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12/02/2010

Agentes do Brincar fecha 2009 com evento para crianças

A primeira turma do Programa Agentes do Brincar, formada por cinqüenta educadores de trinta instituições de educação infantil, promoveu em 3 de dezembro uma série de atividades lúdicas para as crianças de 0 a 6 anos beneficiadas pela Fundação Julita. O evento marcou a conclusão do ciclo formativo, com foco na promoção do brincar na Primeira Infância. O programa foi idealizado e apoiado pela United Way Brasil.

No último dia da capacitação, os participantes se dividiram em grupos para desenvolver atividades com as crianças, tendo como base as vivências, as oficinas e os aprendizados proporcionados pelos encontros do Agentes do Brincar.

Contação de histórias, cantigas de roda com instrumentos reciclados e gincana fizeram parte da programação. No fim do dia, foi entregue aos alunos da capacitação, uma sacola de brinquedos que teve o apoio da P&G para que continuem aplicando os novos conhecimentos no dia-a-dia de suas unidades. Essa ação beneficiará mais de 7 mil crianças.  

Balanço e novos desafios
Fernanda Rezende Vidigal, gerente de Programas, Parcerias e Alianças da UWB, explica que a iniciativa contou com a parceria da Associação Brasileira pelo Direito do Brincar (IPA Brasil) e da Cooperativa de Promoção à Cidadania (Cooperapic). Segundo Fernanda, o projeto foi importante para melhorar o trabalho já desenvolvido pelos educadores com as crianças. “Ampliamos o olhar sobre a importância do brincar como ferramenta de aprendizagem”, destaca.

“O Agentes do Brincar faz a diferença. Estou repensando pré-conceitos e aprimorando minha ação educativa”, destaca Cíntia Débora Oliveira Silva, professora da Fundação Julita, que participou dos encontros formativos promovidos no segundo semestre de 2009, na Uni Ítalo, situada na zona sul da capital paulista. Cíntia vê o resultado na prática: “Quando mudamos a forma de olhar e de agir com a criança, percebemos uma mudança automática na postura dela”.

Embora os resultados tenham sido positivos, a UWB e a IPA estão desenvolvendo um novo formato que trará uma metodologia mais lúdica e participativa. “Nosso desafio é transformar o curso em uma tecnologia social para ser replicada em diversas regiões do Brasil”, explica Fernanda Vidigal. No próximo mês de abril, devem acontecer as primeiras atividades com a nova configuração.

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