

Para voluntário do Rio de Janeiro, mentoria é serviço de utilidade pública
O administrador e auditor-assistente Maurício Campos de Azevedo Brito, da PricewaterhouseCoopers do Rio de Janeiro, atua como mentor há dois anos. “Considero o projeto de mentorias da UWB de utilidade pública, por tratar de assuntos que dizem respeito ao dia-a-dia dos alunos”, afirma.
De fato, as mentorias da United Way Brasil são um projeto de complementação da formação educacional, nos quais funcionários voluntários das empresas associadas se habilitam a dar aulas para compartilhar conhecimentos e, assim, colaborar com o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens vinculados aos projetos apoiados. Atualmente, as mentorias acontecem em seis cidades brasileiras e beneficiam centenas de jovens. No Rio de Janeiro, há 12 mentores, que se revezam nas aulas do curso Investir Vale a Pena.
Maurício é um deles e conta que a mediação da UWB facilita sua atuação. “As apostilas fornecidas e a possibilidade de dar aulas no escritório da PwC, aos sábados, tornam tudo mais fácil”. Essa não é a primeira experiência de Brito no voluntariado. “Em 2003, durante a faculdade de administração, participei de um projeto de responsabilidade social empresarial. A partir daí, sempre quis contribuir para que mudanças aconteçam e não mais ficar sentado, apenas esperando.”
Para o auditor, ser mentor voluntário é um ato de realização pessoal. “Quem participa tem a sensação de que, pelo menos durante duas horas na semana, o mundo parece estar melhorando.”, afirma. Brito também destaca que é fundamental o mentor se dedicar com afinco à atividade. “A UWB dá todo o suporte de estrutura e planejamento. O voluntário, por sua vez, tem a responsabilidade de administrar seu tempo e estar presente sempre que necessário”, conclui.